Cada lar começa em uma conversa, não em uma planta.
Casas e apartamentos pensados para quem vai morar — não para fotografar.
Projeto residencial, para mim, é resolução de problemas. Cada cliente chega com uma vida específica — três crianças que ainda não dividem quarto, um piano que precisa de espaço, uma mãe que vai morar junto daqui a cinco anos, um trabalho remoto que invadiu a sala. O projeto começa nesse mapa, não em um estilo.
A primeira etapa é sempre o diagnóstico: visita ao imóvel, levantamento técnico e duas ou três conversas longas para entender a rotina real da família — não a ideal. A partir disso, desenho um estudo que considera as necessidades do cliente e a coerência técnica do espaço — e faço as revisões que forem necessárias até que o projeto traduza, de fato, o que você imaginou.
Coordeno pessoalmente todos os detalhamentos — marcenaria, marmoraria, vidraçaria, estofaria, iluminação — até a entrega do projeto executivo. A obra em si fica com o profissional ou empresa de sua escolha, e eu acompanho de perto para que ela aconteça fiel ao que foi desenhado.